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A atividade industrial, principalmente em resultado da exiguidade de recursos e de mercado e das desvantagens competitivas decorrentes da insularidade, tem assumido uma posição modesta, apresentando um fraco desenvolvimento.
A base industrial, constituída predominantemente por indústrias tradicionais, em que se salientam as indústrias alimentares, bebidas e tabacos, algumas indústrias ligadas à construção e as de carácter artesanal, apresentam baixos níveis de produtividade e de competitividade, sobretudo quando comparados com a média comunitária.
No entanto, as indústrias artesanais (bordados e vimes) têm desempenhado uma função importante na absorção parcial do desemprego e como fator de equilíbrio da economia rural. Porém estas indústrias vêm registando, no seu conjunto, quebras sucessivas de atividade, o que vem originando graves consequências para as empresas e ativos ligados a estas indústrias, tendo como reflexos a redução do seu peso no VAB regional.
Adicionalmente, assiste-se ao envelhecimento da mão-de-obra afeta às principais produções artesanais (vimes, bordados e tapeçarias) o que, a par da quebra de procura, vem dificultar as políticas de revitalização deste sector.
Nos tempos mais recentes assistiu-se a uma maior dinamização da indústria, em grande medida como resultado da infraestruturação do solo para uso industrial em concelhos periféricos do Funchal e da criação de condições infraestruturais básicas, em conjugação com incentivos de âmbito nacional e regional e com benefícios, designadamente de ordem fiscal e aduaneira, no âmbito da Zona Franca da Madeira. A fileira da construção tem vindo, neste sentido, a assumir um peso relativamente mais elevado devido ao crescimento do investimento público (regional e municipal) e do investimento privado (hotéis e edifícios de natureza residencial).